Alguns troncos de cedro


De cada vez que ali passav via uns troncos a segurar uns plásticos de tapar areia de obras e andava cheio de vontade.
Até que um dia lá estavam os trabalhadores por perto, a cena habitual: parei, perguntei se eram os proprietários dos troncos, que não eram mas sim os donos da casa, nisto chega a senhora de carro, percebeu quase sem lhe fazer sinal que queria falar com ela, a conversa habitual didgeridoo-instrumento-construção-música e que sim senhor, vou só falar com o meu cunhado porque os troncos são dele e depois pode cá passar!
Uns cedros que tinham ido abaixo e ali estavam antes de passar a lenha. Alguns com formas perfeitas…
Combinámos um dia, não deu, depois outro que estava a chover até que ontem lá os fui buscar.

Foi uma sorte e ainda por cima fiquei a conhecer um casal muito simpático. Volta e meia acontecem estas coisas que nos deixam com um sorriso…

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